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	<title>Comentários sobre: A orientalização dos filmes de horror &#8211; Parte 1</title>
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	<description>Um blog sobre terror, sangue, arte e sensações.</description>
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		<title>Por: Rafael Falcón</title>
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		<dc:creator>Rafael Falcón</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 11:23:54 +0000</pubDate>
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		<description>Good morning and you&#039;re welcome! I&#039;m glad it worked. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Good morning and you&#8217;re welcome! I&#8217;m glad it worked. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Rafael Falcón</title>
		<link>http://drayfine.wordpress.com/2008/05/15/a-orientalizacao-dos-filmes-de-horror-parte-1/#comment-4</link>
		<dc:creator>Rafael Falcón</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 03:40:20 +0000</pubDate>
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		<description>Legal, texto fácil e inteligente. Achei pouco enxuto, muito prolixo, passagens em que você foge do assunto ou simplesmente fala coisas desnecessárias. É bom numa conversa, eu acho, mas certamente não é bom num texto dessa espécie.

Gostei de algumas comparações, tipo a dos olhos, o poço com o mar e tal. Mas ficar pedindo comentário no corpo do post não é muito profissional, eu sugeriria você não se colocar em posição de igualdade com o leitor. Crítica é crítica, o leitor procura uma autoridade, alguém que sabe do que está falando, não alguém para &quot;conversar&quot; sobre o assunto. Aparente ser mais autoritária, causa melhor impressão e não impede que alguém queira discutir o que você diz.

Eu sugeriria também que você procurasse ser mais certeira nas suas afirmações, evitar o &quot;alguma coisa&quot;, o incerto, e tentar determinar exatamente o que é seja lá o que for. Uma vez determinado, o melhor é ir direto ao assunto, e não refazer prolixamente todo o caminho.

Mas ficou legal, como eu disse. Tem duas principais virtudes de uma crítica: a fluência da leitura e o exame analítico. Faltou a sempre esquecida breuitas dos romanos, aquela concisão que a modernidade esqueceu, mas que o público moderno continua apreciando tanto quanto o antigo.

Congratulations.

P.S. na frase em inglês você esqueceu o auxiliar: &lt;i&gt;It makes sense, do you know it?&lt;/i&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal, texto fácil e inteligente. Achei pouco enxuto, muito prolixo, passagens em que você foge do assunto ou simplesmente fala coisas desnecessárias. É bom numa conversa, eu acho, mas certamente não é bom num texto dessa espécie.</p>
<p>Gostei de algumas comparações, tipo a dos olhos, o poço com o mar e tal. Mas ficar pedindo comentário no corpo do post não é muito profissional, eu sugeriria você não se colocar em posição de igualdade com o leitor. Crítica é crítica, o leitor procura uma autoridade, alguém que sabe do que está falando, não alguém para &#8220;conversar&#8221; sobre o assunto. Aparente ser mais autoritária, causa melhor impressão e não impede que alguém queira discutir o que você diz.</p>
<p>Eu sugeriria também que você procurasse ser mais certeira nas suas afirmações, evitar o &#8220;alguma coisa&#8221;, o incerto, e tentar determinar exatamente o que é seja lá o que for. Uma vez determinado, o melhor é ir direto ao assunto, e não refazer prolixamente todo o caminho.</p>
<p>Mas ficou legal, como eu disse. Tem duas principais virtudes de uma crítica: a fluência da leitura e o exame analítico. Faltou a sempre esquecida breuitas dos romanos, aquela concisão que a modernidade esqueceu, mas que o público moderno continua apreciando tanto quanto o antigo.</p>
<p>Congratulations.</p>
<p>P.S. na frase em inglês você esqueceu o auxiliar: <i>It makes sense, do you know it?</i></p>
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